Fantasmas
Muito impressionante! Algo que me deixa assustada, mas que me chama total atenção e não me tira do You tube é este assunto! Coisas inexplicáveis mas que são muito interessantes!
Muito impressionante! Algo que me deixa assustada, mas que me chama total atenção e não me tira do You tube é este assunto! Coisas inexplicáveis mas que são muito interessantes!
Postado por "Antônimos opostos" às 03:53 0 comentários
QUERO ESTAR SOZINHA
PORQUE HOJE EU TO DE FOGO
E MINHA MÃE VEM ME PERTURBAR
ACHANDO QUE TO FICANDO LOUCO
SOU UMA MENININHA
que NÃO QUERO ABRIR A PORTA
PRECISO ESTAR SOZINHA
porque é DENTRO DO MEU QUARTO
que a carne se corta
DEITO E VIRO DE LADO
e nada mais me importa
SOU ANTI SOCIAL
não ligo se me entendam mal
vou gritar NO SEU OUVIDO
ATÉ vc OUVIR
e se me quebrar no pau
saiba que vc não vai ser o tal
Vai FAZer A CURVA
QUANDO PASSAR PERTO DE MIM
EU NÃO PRECISO DE ATENÇÃO
EU NÃO PRECISO DE CUIDADO
SÓ PRECISO DE UM DEDO
E UM KY DO MEU LADO
O CONSOLO É UMA CONSEQUENCIA
QUE SÓ VEM DEPOIS DO ORGASMO
VAI te PA PUTA QUE PARIU "
MACHISTA MENTIROSO E DROGADO
ESQUEÇO A VIDA PASSAR
ESQUEÇO ATÉ MESMO DE MIM
ENQUANTO A FUMAÇA NÃO BAIXA
quero vc longe daqui
ESQUEÇO A VIDA PASSAR
ESQUEÇO ATÉ MESMO DE MIM
ENQUANTO A FUMAÇA NÃO BAIXA
quero vc longe daqui
ACENDE UM INCENSO AE o DESGRAÇADO!
QUEM ACENDEU ESSA PORRA DE CIGARRO
que enfumaça toda a casa
e me deixa alucinada?
VCS fumam ORÉGANO É?
NÃO, É BOooooooLDO,
ahhhhhh
BOLDO É BOM,
BOLDO É MEDICINAL
ENQUANTO HOUVER BOLDO
não faltará saúde no HOSPITAL
Postado por "Antônimos opostos" às 01:11 0 comentários

Cantor abre mostra de aquarelas Fleurs du Mal na Romero Britto
12/09/2007
Luciana Maria Sanches
Além de fazer shows por aqui e participar da edição deste ano do Video Music Brasil da MTV, o cantor Marilyn Manson vai aproveitar a vinda a São Paulo para mostrar algumas de suas aquarelas na exposição Fleurs du Mal.
A exposição trará trabalhos de Manson inspirados em temas como morte, doença, mutilação e vício, nada muito diferente do que ele já faz na música. Ao lado, um auto-retrato do roqueiro.
Os trabalhos do cantor estarão expostos na galeria Romero Britto, que fica na rua Oscar Freire, 562, a partir do dia 28 de setembro. O telefone de lá é (11) 3062-7350. Ainda não foram definidos preços e duração da exposição.
Os shows de Marilyn Manson estão marcados para 25 de setembro no Rio de Janeiro e 26 em São Paulo. No dia 27 ele toca na festa de premiação da emissora.
Noticia retirada do site omelete
Postado por "Antônimos opostos" às 14:59 0 comentários
Marilyn Manson fará dois shows no Brasil em setembro. O cantor se apresenta dia 25 na Fundição Progressso, no Rio de Janeiro, e no dia seguinte no Via Funchal, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda.
Manson acaba de lançar seu mais recente disco, "Eat me, drink me", que foi composto e produzido em parceria com o guitarrista Tim Skold. Esta é a segunda vez que o cantor de 38 anos passará pelo Brasil - ele se apresentou por aqui em setembro de 1997 durante a turnê do disco "Antichrist superstar" e tocou hits como "Beautiful people".
"Eat me, drink me" é o sexto álbum de estúdio do cantor, que marcou sua carreira pelo visual e declarações chocantes e críticas à religião. O vídeo da primeira música, "Heart-shaped glasses", causou certa polêmica pelos rumores de que havia protaginzado cenas reais de sexo com sua namorada, a atriz Evan Rachel Wood, de 19 anos.
Nascido como Brian Warner, Marilyn Manson também foi alvo de um curioso boato durante os anos 90, que afirmava que o cantor era na verdade o ator Josh Saviano, intérprete do pacato Paul Pfeiffer na série "Anos incríveis".
Rio de Janeiro Onde: Fundição Progresso, Rua dos Arcos, 24, Lapa, tel. (21) 2220-5070 Quando: 25 de setembro (terça), às 22h
Quanto: R$ 100 / http://www.fundicao.org/
São Paulo Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, V. Olímpia, tel. (11) 3188-4148 (Call Center) Quando: 26 de setembro(quarta), às 22hQuanto: R$ 140 (pista) / R$ 180 (mezanino) / R$ 250 (camarote) http://www.viafunchal.com.br/
O Tim Festival divulgou nesta terça-feira a programação completa dos shows da quinta edição do evento, que acontece entre os dias 25 e 31 de outubro com 26 atrações internacionais e 13 brasileiras. Entre os convocados, além da veterana Björk, os roqueiros do The Killers e do Arctic Monkeys, o pianista de jazz Cecil Taylor e as musas do Cat Power. Preços e locais de vendas ainda não foram divulgados até agora. A edição paulista do Tim Festival irá de 25 a 29 de outubro, no Auditório Ibirapuera, na Arena Skol Anhembi e no boate The Week. No Rio de Janeiro o evento acontece nos dias 26 e 27 de outubro na Marina da Glória. Em Vitória, os shows do Tim Festival acontecem no Teatro da UFES, entre 27 e 29 de outubro. Curitiba terá apresentações concentradas no dia 31, na Pedreira Paulo Leminski.
Postado por "Antônimos opostos" às 02:46 0 comentários
Postado por "Antônimos opostos" às 02:17 0 comentários
ifícil da minha vida mas a música fez-me ver que este é quem sou suposto ser. De certa forma estava a tentar escapar de mim próprio ao envolver-me em diferentes formas de arte, em vez de simplesmente as combinar. Não reparei que ao não querer fazer discos não queria ser eu próprio – por isso, neste disco podem ouvir-me a recuperar as forças.
Com um título como Eat Me, Drink Me (inspirado no caso de canibalismo que aconteceu na Alemanha há alguns anos) e uma canção chamada «Mutilation Is The Most Sincere Form Of Flattery» – quanto disto é apenas uma forma de procurar controvérsia?O cantor Marilyn Manson, que se apresentará no Brasil em setembro, deu uma entrevista ao diretor Alejandro Jodorowski, reproduzida pelo jornal italiano La Repubblica, nesta segunda. Nela, ele fala de seu novo disco Eat me, Drink me (Coma-me, Beba-me) que, segundo ele, é uma "prova de amor" ao mundo. Durante a entrevista, comparou-se a Jesus Cristo e falou que o Diabo vive dentro dele.
Jodorowski, que dirigiu o filme A Montanha Sagrada, foi quem celebrou o casamento de Manson com a diva do burlesco Dita Von Teese. A separação dos dois foi o principal argumento na composição das músicas de Eat me, Drink me, cujo título faz alusão à eucaristia, rito católico em que os fiéis se alimentam do corpo e do sangue de Cristo.
Indagado por Jodorowski se o novo disco fazia essa referência, Manson concordou, dizendo que, até o momento, o diretor foi quem melhor compreendeu sua mensagem, que consiste em se oferecer como alimento para a humanidade. "É uma prova de amor ao mundo, pois ofereço-me em sacrifício", disse.
Tal argumento vem embasado no fato de seu novo disco exprimir sofrimento. "Estava perdendo um amor, da minha mulher, mas estava também reencontrando o amor com uma outra moça...", disse o cantor, que afirmou que sua ex-mulher havia se apaixonado pelo ícone Marilyn Manson, não pela pessoa.
"É isso mesmo: ela estava apaixonada por uma idéia a meu respeito, mas não por mim. Durante um ano eu não sabia o que era. Não conseguia criar, compor, nada. Era um vazio. Ela não. Trabalhava, seguia sua carreira. O começo não foi fácil."
DiaboAo ser indagado se já havia encontrado o Diabo, já que fala tanto dele em suas músicas, o cantor polemiza: "Ele está dentro de mim, talvez ele poderia ser meu irmão gêmeo. De qualquer modo, foi por isso que escrevi You, Me and the Devil Makes 3 (Você, eu e o Diabo Formamos Três). Naquela música, eu falava comigo mesmo."
Manson, sempre grotesco, falou na entrevista sobre seu desejo de ter duas bocas. "Creio que seria ótimo ter duas bocas. Não tenho tempo para comer e falar. Duas bocas seriam muito úteis. É preciso duas bocas para beijar melhor."
O cantor falou, ainda, de sua vida privada. "Fazendo este disco compreendi muitas coisas. Apenas uma parte muito pequena de meus amigos me conhecem efetivamente. Decidi que, nesse disco, no entanto, o Manson anônimo não estaria no centro."
Redação Terra
Postado por "Antônimos opostos" às 16:06 0 comentários
Discografia oficial Sugarcubes:
Here Today Tomorrow Next Week! (1989)
Stick Around for Joy (1992)
Björk apareceu para o mundo nos anos 80 como vocalista da banda islandesa The Sugarcubes e lançou-se em carreira solo em 1992.

Estou atualizando o blogger, os links ainda não! Peço paciência a todos e uma boa noite!
Postado por "Antônimos opostos" às 14:51 0 comentários
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Björk retorna em seu 6º disco de estúdio, "Volta", e traz bola de neve de referências
Tem um trechinho aqui de um podcast parte 1 que está rolando no youtube:
Bjork Volta Podcast Part 1
Postado por "Antônimos opostos" às 23:51 0 comentários
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Texto do site "Björk Brasil" e que será referência para o
projeto
de revista acadêmica da Universidade Estácio de Sá para Design GráficoMinha História:
Era ano de 1965 quando Björk Gudmundsdottir nasceu na cidade de Reikjavik, capital da Islândia. Além do jogo War, a única menção de que se tem notícia da gelada ilha nos portais do Círculo Polar Ártico foi feita por Júlio Verne em seu romance Viagem Ao Centro Da Terra. A entrada para a grande caverna ficava no topo de um vulcão extinto na Islândia e os exploradores seguem a pista de um pioneiro também islandês, chamado Arne Saknunssen. E só. Nada mais se sabe da ilha. A não ser que ela é o berço da mais incomum cantora de nossos tempos (isso até antes do lançamento do livro Rumo a Estação Islândia, de Fábio Massari).Bjork Gudmundsdóttir nasceu numa comunidade de artistas, nos moldes hippies. Seus pais a encorajaram a exercitar seus talentos logo cedo. Com apenas 5 aninhos começa a ter aulas de canto em uma escola de música, na qual também aprende a tocar piano e flauta. Durante dez anos. Com um pouquinho mais de experiência e toda a inocência de uma menina de 12 anos, em 1977, Björk canta na rádio da Islândia I Love To Love, o que lhe dá a oportunidade de gravar o seu primeiro disco com a ajuda do seu padrasto. Este primeiro lançamento, chamado Björk, antecipa o que virá depois na sua excelente carreira. Ganha um disco de platina e se torna conhecida por seu inovador estilo. Tem a oferta para gravar um segundo disco, mas ela não achava muito divertido que, sendo uma criança, outras crianças se aproximassem dela para beijá-la e admirá-la. Por isso rejeita a oferta e decide comprar um piano com o dinheiro que ganhou.
As Bandas:
A menina cresceu e virou punk. Perambulava por Reikjavik com os cabelos vermelhos e sobrancelhas raspadas, com o espírito de Sex Pistols forma uma banda só de garotas, Spit and Snot. Toma as rédeas do grupo, e atrás da bateria se rebela contra as tolas e mesquinhas garotas feministas que nem pensam em fazer algo assim. Mas depois de um tempo, os limites do punk se tornam uma lata e se aborrece até a morte. Björk decide fazer parte de uma banda pós-punk chamada, Exodus. Uma fusão de jazz transbordado em um cassete e uma aparição na TV é o que resta deste grupo. Toda a energia adolescente e a inteligência incontida da terrível Björk a empurram a continuar com os grupos. JAM 80 é a banda que vem depois e embora não consiga ser lembrada pelo público, conseguem fazer uma turnê e pegar experiência. Björk continua experimentando. Qualquer som é importante em todo momento. Aos 15 anos, Björk se forma na escola de música, sendo a única a ter continuado durante dez anos sem interrupção na Barnamúsíkskóli Reykjavíkur. A próxima banda é puro punk pop. O nome vem de uma frase que o pai do baixista de Exodus costumava dizer e significa "Cork the bitch´s ass", algo assim como "tampe o rabo da vagabunda". E dentro desse mesmo estilo irreverente, gravam dois discos, Bitid Fast I Vitid em 1981 e Miranda em 1983, aparecem em alguns filmes, e em um dos documentários mais famosos da Islândia, Rokk Í Reykjavík. Começam a tocar com outras bandas. É nesta época que Björk conhece Thorn-ór, e se apaixona por ele imediatamente. Mas não se esquece dos seus amigos. Personalidade definida, poesia e 17 anos se unem à criatividade de duas amigas, Björk e Didda, e se tatuam no braço esquerdo com a forma de uma runa de 100 anos de antigüidade. Como se não soubessem o que queriam, esta runa significa que nunca estariam perdidas… sempre iriam saber para onde se dirigem. Um tempo depois, Björk tatua uma estrela atrás da orelha -o símbolo que fez para KUKL. Isso é o que vem depois na agitada vida da genial Björk. Um projeto com um DJ Islandês que passeou por vários estilos. Uma espécie de dark-goth-hardcore-existential-punk-jazz, onde Björk põe toda a sua energia e começa a tomar forma o que hoje em dia é a essência da sua música. Dois discos com KUKL, The Eye em 1984 e Holidays in Europe em 1986 e muitas oportunidades para Björk se concentram nos anos 80. Termina um pequeno livro de poemas para ganhar um pouco de dinheiro do qual são publicadas 100 cópias e hoje em dia é um objeto de coleção. Em 1985 Björk descobre que está grávida e apesar de ser muito jovem e de ter ficado paralisada com a notificação do médico decide se deixar levar por sua intuição feminina e ter seu bebê ao mesmo tempo que continua com KUKL. Com sua fabulosa barriga de sete meses Björk se apresenta ao vivo na TV… se sente orgulhosa com a sua imagem e não entende as críticas de certas pessoas que não respaldam a sua atitude. Como podem pensar que algo tão natural e bonito, seja feio?… Que morram de um infarto!!! Até 1992 as coisas foram mudando com o grupo. Para evitar que KUKL passasse de intenso a insuportável, decidem desintegrar a banda. Mas esta fabulosa garota é uma máquina de música que ninguém pode parar. Grava algumas canções com um grupo que se chama The Elgar Sisters -inspirada no compositor inglês.
Os Sugarcubes:
Em 8 de junho de 1986 traz ao mundo um maravilhoso menino. Sindri. Como outra das suas excentricidades, é um nome da mitologia Norse que significa "quando dois corpos ardendo se encontram" e "brilho ao redor do sol". Junto com Thorn, compra um apartamento e se casam. Isso não causa grande revolução porque os islandeses costumam se casar muito jovens. Mas também não dura muito. Decidem se separar numa boa e continuar sendo amigos e companheiros de banda. Cheia de novas sensações, Björk atua pela primeira vez em um filme, The Juniper Tree, uma história tormentosa que enche sua vida de conflitos. Nada que a original, criativa e dinâmica islandesa não pudesse administrar. As coisas vão tomando outro caminho para Björk. Começa a sair com Óskar Jónasson, enquanto Thorn decide viver com Magga Órnolfsdóttir, tecladista de Reptile, e que depois se torna tecladista da próxima banda de Björk, The Sugar Cubes.
A sonoridade agridoce e exótica do Sugarcubes (que devia muito ao Cocteau Twins, de Liz Frasier) chamou logo a tenção do selo independente inglês, One Little Indian, que topou a esquisitice e bancou o primeiro single da galera, chamado "Birthday"em 1987. Era a primeira pop song islandesa de todos os tempos a fazer sucesso fora da ilha. O impacto foi fulminante nos modernos de plantão da época. As linhas de baixo e o timbre de guitarra davam o tempero alternativo que se esperava, mas, que vocalista era aquela? Sua voz ia do mais doce susurro a rasgos de voz típicos das crooners americanas negras. Era Björk dizendo oi, mundo". Mesmo que o Sugarcubes fosse uma democrática formação de rock, o foco das atenções passou a ser Björk mesmo com as performances burlescas de Einar, que muitos chamam de o equivalente islandês de Fred Schneider.
Os Sugarcubes bombardearam o mundo com mais singles, "Deus" e "Cold Sweat" e um disco, Life's Too Good (1988), que foi um sucesso de crítica e público, o que deu cacife à banda para fundar um projeto paralelo, um selo e editora, chamado Bad Taste Ltd, para publicar poesias e gravar outras bandas, islandesas ou não. No entanto, o segundo disco pela One Little Indian, Here, Today, Tomorrow, Next Week! (1989) teve uma recepção abaixo das expectativas geradas por seu antecessor. Com isso, o Sugarcubes iniciou um processo de fragmentação lento, saindo de cena aos poucos. Mas Bjork permaneceu no foco. Em 1990 ela gravou um disco de jazz tradicional com um trio islandês chamado Gling-Gló e ressurgiu na mídia quando começou a colaborar com Graham Massey do projeto eletrônico inglês 808 State, o que resultou em duas participações em EX: EL, disco de 1991, além de algumas aparições em shows. Esta incursão no techno acabou influenciando o som do ainda ativo Sugarcubes em seu vindouro e último álbum Stick Around For Joy e na coletânia It's It (1992), cheio de remixes esquisitos. No fim do ano o grupo acabaria de vez, com cada integrante indo para um lado.A volta a Londres trouxe para Björk novas emoções. A dança e uma carreira como solista despertam nela e abrem todas as possibilidades da sua imaginação. Passa um tempo em 808 State´s e grava Ooops junto com um dos mais aclamados produtores da cena inglesa da época - Nellee Hooper - a alma por trás do Soul II Soul e do nascente Massive Attack. Todo o club e house music aparecem para juntar-se ao seu estilo.Carreira Solo:
Em 1993, lança seu primeiro single solo "Human Behaviour", que de novo contava com a produção de Nellee Hooper. Björk surpreende todo mundo quando consegue o terceiro lugar em vendas assim como os melhores lugares pelos singles Venus as a Boy e Big Time Sensuality. Com a colaboração de David Arnold, do filme Young Americans, Play Dead toca e toca no rádio de todo o Reino Unido. Ganha o International Female Solo Artist and Newcomer dos BRIT Awards. Este primeiro álbum é espetacular e logo ganha disco de ouro nos Estados Unidos e platina no Reino Unido. Com o bom resultado, a dupla trabalhou junta no primeiro disco solo de Björk, Debut (1993), emoldurado por uma comunhão rara de intrumentos acústicos isólitos (harpa, xilofone) com blipes e blops eletrônicos, ajudando a dar vida ao sotaque anglo-islandês proposital que a moça dava às suas canções. Com a inclusão de "Play Dead", na trilha sonora de The Young Americans e de "Venus As A Boy" na de O Profissional, Debut vendeu mais de 2,5 milhões de cópias ao redor do mundo e tornou a figura de Björk uma das mais carimbadas presenças nas rodinhas intelectuais e nas festinhas esquisitas da bolota azul e branca...
A moça passou o ano de 1994 colaborando com um mundo de artistas dos mais variados estilos, de Madona aos Beastie Boys. Vários remixes de suas músicas foram cometidos por várias pessoas, sendo que o de Grahan Massey para "Big Time Sensuality"a transformou num sucesso entre os clubbers. Mas Björk estava tramando mais do que se podia supor. Uma nova música, "Army Of Me" foi lançada como single em abril de 1995 que estréia em 10º lugar no Reino Unido e se torna o favorito do rock alternativo dos Estados Unidos. Esta é outra parceria com Graham Mssey, a música trazia uma letra cavernosa, cheia de revolta e pontuada por riffs estranhos de teclados e bateria pesadona e marcada. Logo a música foi incluída na trilha sonora da (péssima) adaptação cinematográfica da quadrinhesca Tank Girl, sendo depois escolhida para abrir Post (1995), seu segundo disco. A produção novamente coube a Nellee Hooper mas dessa vez a presença de Tricky deu um tom sombrio a tudo. Tanto que o sujeito teve um caso com ela, que colaborou em seu disco Nearly God. Mais experimentais que as de seu antecessor, as músicas aqui assumiram formas indefinidas, indo do peso ao sopro em segundos. "Cover Me", por exemplo, foi gravada numa caverna. No Natal de 1995 veio ao mundo a primeira amostra do talento de Björk nos videoclipes. A computação gráfica de "Isobel" deixou todos de queixo caído. A música já trazia o arranjo de cordas do brasileiro Eumir Deodato. Além disso a encenação do clipe de "It's Oh So Quiel" emulava um antigo musical da Metro, com a moça cantando desesperada pelas ruas, numa performace extremamente legal. A música oscilava entre o sussurro (literalmente) para o berro (também literalmente) e trazia a presença das cordas clássicas do Brodsky Quartet e a percussionista Evelyn Glennie. Tudo isso contribuiu para a conquista em 1996 do prêmio de Melhor Artista Feminina Internacional no Brit Music Awards.
Björk pisou fundo na eletrônica no ano seguinte e fez Telegram (1997) um disco absolutamente novo. O projeto inicial era refazer algumas canções de Post, regravando a voz e alguns instrumentos, sob a batuta da dupla de produtores Dilinja and Dobie, ainda contando com a ajuda do mesmo Brodsky Quartet das gravações originais de dois anos antes. Uma carta-bomba enviada para sua residência quase parou a carreira de Bjork, mas ela continuou trabalhando durante o ano de 1997. Em setembro lançaria mais um disco, este de material inédito, Homogenic. O álbum refletia suas experiências nos doze meses anteriores. A menina agora era uma mulher, mais velha, mais madura, mais sábia. E com mais raiva de algumas coisas. A música ia pelo mesmo caminho mais escuro, deixando as melodias ensolaradas do passado para trás. Composições como "Hunter ", "Jóga ", "Pluto" e a maravilhosa "Five Years" mostram tal amadurecimento, inclusive nas habilidades maiores de Bjork, a composição e o canto, acrescentando a função de produtora. Muitos remixes foram feitos mas, em termos de material inédito, "Homogenic" foi seu último disco até a virada do milênio.
Ela surgiria novamente em 2000, estrelando um musical. A tara de Bjork por musicais nunca foi segredo, mas sua presença em Dançando no Escuro, do dinamarquês Lars Von Trier, confirma a queda da moça por esquisitices. Egresso do movimento cultural Dogma 95, Von Trier fez uma espécie de anti-musical, ao retratar as agruras de uma imigrante tcheca com cegueira progressiva nos cafundós operários dos Estados Unidos. A atuação de Björk valeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes, algo inimaginável até então, pois esta era sua primeira atuação como atriz. A trilha do musical, chamada Selmasongs (2000), foi aclamada como um triunfo por transportar o clima do filme para o terreno da música. Em meio a cordas, metais, beats caóticos e vocais celestiais, a trilha ainda contava com a participação de Thom Yorke e revelou uma belíssima faixa em "I've Seen It All" que chegou a ser indicada ao Oscar como Melhor canção Original (2001).
Um ano depois, aqui temos novamente Björk lançando um novo disco. Vespertine sugere um retorno ao passado e, por tabela, à alegria. Só que vistas por alguém que já não é a mesma pessoa. Evolução e recordação se confrontam em meio aos elementos da estética bjorkiana, ou seja, cordas, batidas eletrônicas cortantes, instrumentos acústicos inesperados e os vocais ora rasgados, ora sussurrados. Músicas como "Pagan Poetry"e "Hidden Place" dão o tom do disco.No período compreendido entre 2002 e 2003, Björk dedicou-se as recompilações para comemorar seus 10 anos de carreira solo. Em 2002 ela lançou uma coletânea de suas melhores canções chamada Greatest Hits, cujo repertório foi escolhido pelos fãs em uma votação no seu site oficial e lança também um box intitulado Family tree com 6 CDs que mostra a sua evolução musical até os dias de hoje.Em 2003, atendendo ao pedido dos fãs Björk edita o Live Box. São 4 CDs e um DVD com suas melhores canções ao vivo realizadas em diversos países e na televisão.Texto: Rock press
Postado por "Antônimos opostos" às 23:18 0 comentários
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Marilyn Manson - Heart-Shaped Glasses
Nova polémica para o autor de Antichrist Superstar .
«Heart-Shaped Glasses», o primeiro single de Eat Me, Drink Me , novo álbum de Marilyn Manson (saída prevista para 5 de Junho) é o teledisco de que todos falam, aqui numa versão extensa de quase oito minutos onde podemos ver o músico norte-americano em interacção escaldante com a sua nova namorada, a jovem actriz de 19 anos Evan Rachel Wood. Segundo alguns rumores (não negados pelo artista), o sexo que aqui vemos não é só encenação.
Uma brechinha e um clipe, Heart Shaped Glasses: COMPLETO!!!
LG, Segunda, 21 de Maio às 1:00
Postado por "Antônimos opostos" às 17:23 0 comentários
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Postado por "Antônimos opostos" às 13:41 0 comentários
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